segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Resenha: II Stage Dive

Sexta-feira, 06 de janeiro, primeiro show do ano no Cult 22. Aliás, se não o primeiro show de rock do ano em Brasília. Hardcore em diversas vertentes com 4 fantásticas bandas.

A primeira a subir em palco, por volta de quase 22:00, foi a Smooh!!!. Com seu pop punk 182 de letras divertidas, nota-se influências como Cueio Limão (que salvo me engano teve um cover, de “Prego”), Blink 182, além de vídeo-games antigos (como o Nintendo e o saudoso Super Mário). É uma banda que vale a pena ser vista e ouvida.

Quem veio depois, foi o Vida Livre, com seu hardcore sXe. A banda possui um som muito foda. A última vez que tinha visto, o vocal estava com a perna quebrada, e mesmo assim tinha agitado bastante, como não fazer isso novamente. Com letras de protestos, mostraram um pouco de suas ideologias (se assim posso chamar) com suas canções. Um fato engraçado foi alguém gritar: “o garçom toca pra caralho”, numa referência ao baterista e a seu figurino.

Em seguida, os meninos do My Last Bike assumiram o palco. Seu hardcore melódico muito bem executado, mostra a sincronia que existe entre os músicos. Outro ponto positivo, é o fato da banda ser muito animado e possuir uma ótima presença de palco. Antes do fim, ainda tocaram (e muito bem executado) um cover do New Found Glory, com o single “My Friends Over You”.

Quem encerrou a festa, foi a banda À Nossa vitória. Apensar de ser uma banda nova, a cada show já nota-se o amadurecimento da banda, que está cada vez melhor. Seu postcore possui uma pegada forte. Eles mesmo que apesar de novos, já conquistaram um bom público e são uma das promessas para esse ano.

Ainda rolou uma discotecagem polêmica com o fotógrafo Cadu Andrade. Eles, que fez seu set baseado naquela coletânea “Punk pop Goes”, onde bandas de hardcore fazem versões pesadas para sons pops, como por exemplo, um Asking Alexandria fazendo versão de uma música do Akon, entre outras. Mas o problema é que uma dessas versões, era de uma música da Lady Gaga e teve algumas pessoas que não gostaram, o que gerou algumas reclamações e tudo mais. Mas no mais, mais um show realizado e pude voltar pra casa com a sensação de dever cumprido. E é isso aí. Vamos que Brasília é a capital do rock.

(o show ocorreu há alguns dias, mas na correria, a resenha saiu somente hoje. E as fotos, vou tentar arrumar e posto no nosso face em www.facebook.com/vidahcoficial)

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